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Internacionais

 Irã diz ter enviado macaco ao espaço

Lançamento de foguete com macaco
A TV estatal iraniana mostrou imagens do macaco sendo levado ao foguete


O Irã anunciou nesta segunda-feira ter enviado ao espaço um foguete com um macaco a bordo.
O primata viajou em um foguete Pishgam, que alcançou altitude de cerca de 120 km em um voo sub-orbital antes de retornar "intacto", disse o Ministério da Defesa.

Insetos e rato

O Irã nega que esteja buscando desenvolver armas nucleares e afirma que seu programa tem fins pacíficos.
Em 2010, o país conseguiu enviar com sucesso ao espaço um rato, uma tartaruga e insetos.
Mas uma tentativa anterior de enviar um macaco, em 2011, havia fracassado.
O presidente Mahmoud Ahmadinejad anunciou em 2010 que o país planejava enviar um astronauta ao espaço até 2019.
Um satélite de fabricação doméstica foi lançado em órbita pela primeira vez em 2009.





Manifestantes revidam violência policial
26 de Setembro, 2012por Diogo Pombo
Madrid, ontem, seguiu o exemplo de Portugal. Hoje, é a vez da Grécia. A violência acabou por surgir na primeira greve geral que hoje se uniu contra a iminência de nova onda de austeridade. Já se registam confrontos em Atenas, onde vários manifestantes começaram a lançar cocktails-molotov, ao que as autoridades ripostaram com o uso de gás lacrimogéneo, apesar de terem instruções para não recorrerem a químicos para serenar os protestos.A manifestação já esfriou e a maior parte das pessoas já estão a abandonar o centro de Atenas, capital do país. Os relatos avançaram que a violência terá sido espoletada por um grupo que não acompanhava o 'pelotão' de protesto, esse sim pacífico e ordeiro.
Os desacatos terão sido provocados por um grupo de manifestantes vestidos com roupas pretas, que exibiam lenços na cara e erguiam bandeiras negras com os braços.
A versão inglesa do diário Kathimerini escreve que esta minoria - algumas dúzias -, começou a lançar pedras, garrafas e cocktails-molotov às autoridades em Atenas, que serão cerca de 3 mil, o dobro do número utilizado nas anteriores greves gerais. Até helicópteros patrulham as áreas que circundam a Praça Syntagma.
O protesto foi convocado pelas duas maiores centrais sindicais do país e agendado para o mesmo dia em que o governo de coligação, eleito em Junho e liderado pelo conservador Antonis Samaras.
No parlamento, em Atenas, o executivo negoceia medidas que lhe permitam poupar 11,5 mil milhões de euros nos próximos dois anos. Nas ruas e na praça Syntagma, diante do edifício, irrompem os primeiros rasgos de violência na terceira greve geral grega em 2012 – a primeira em protesto contra o actual governo.
A quantia indicada integra uma das condições para que a Grécia recebe a próxima tranche de ajuda externa por parte da ‘troika’ – BCE, UE e FMI. A iminência de nova austeridade fez sair à rua milhares de pessoas, entre os quais médicos, professores e controladores aéreos, segundo avançou a BBC.
A ser aprovada, a nova ronda de austeridade deverá colocar ainda mais peso do lado da balança dos cortes nos salários, pensões e nos apoios sociais. O consumo tem encolhido e o desemprego tem escalado.
Em Maio, a CNN lembrou que os dados estatísticos mostravam que 53,8% dos jovens gregos com menos de 25 anos estavam desempregados. No geral, a taxa ronda os 25%.
'Estamos a sangrar'
Nas ruas, os cânticos que ouvem gritam mensagens de protesto para «os maiores traidores da história grega». O alvo: a coligação liderada por Samaras, cara da Nova Democracia, partido mais votado nas legislativas de Junho.
No executivo constam igualmente os socialistas do PASOK, chefiados por Evangelos Venizelos e a Esquerda Democrática, de Fotis Kouvelis.
Os números de adesão à greve geral que têm sido avançados são, contudo, incertos: as autoridades dão conta de 25 mil pessoas nas ruas de Atenas, a agência Reuters fala no dobro, mas a ADEDY, a união sindical, citada pelo The Guardian, atira com 200 mil no protesto da capital e mais de 350 mil espalhados por todo o país.
Porém, uma das manifestantes, falando à correspondente do diário britânico em Atenas, atirou que a ADEDY estava a «exagerar nos números», já que «do mais de um milhão de desempregados que existem no país, cerca de 300 mil viverão na cidade», antes de defender que «a adesão nem sequer se aproximou desse número».
Yiorgos Harisis, um dos membros da união sindical, exaltou: «Ontem foram os espanhóis a tomar as ruas, hoje somos nós, amanhã são os italianos e depois serão todas as pessoas da Europa».

«Não aguentamos mais, estamos a sangrar. Não conseguimos criar os nossos filhos assim», queixava-se Dina Kokou, uma professora de 54 anos, a quem se juntou Dimitra Kontouli, uma funcionária pública, de 49, ao sublinhar que os gregos «não ficar sentados sem fazer nada enquanto a ‘troika’ e o governo destroem as suas vidas».
Um recente inquérito mostrou que mais de 90% dos gregos considera injustas e demasiado pesadas para os pobres as novas medidas de austeridade que estão a ser negociadas pelo executivo, numa altura em que o país já vai no quinto ano consecutivo de recessão











Rússia Duas jovens do grupo Pussy Ryot chegaram aos campos de detençãoAs duas jovens jovens do grupo russo Pussy Riot, condenadas a dois anos de prisão por uma ação anti-Putin numa catedral da capital, chegaram na quarta-feira aos centros de detenção, muito afastados de Moscovo, anunciou a advogada.
Duas jovens do grupo Pussy Ryot chegaram aos campos de detençãoAs duas jovens jovens do grupo russo Pussy Riot, condenadas a dois anos de prisão por uma ação anti-Putin numa catedral da capital, chegaram ontem aos centros de detenção, muito afastados de Moscovo, anunciou a advogada. [Nadejda] "Tolokonnikova chegou ao campo de trabalho número 14 na Mordóvia e [Maria] Alekhina chegou ao campo número 32 em Perm", declarou Violetta Volkova à agência Interfax.
"Não temos informação oficial. Obtive-a através das minhas próprias fontes, que confirmaram", acrescentou. A administração penitenciária russa está obrigada a informar os familiares próximos das duas mulheres, num prazo de dez dias, da sua chegada aos campos de trabalho.
No campo número 14 na Mordóvia (500 quilómetros a leste de Moscovo), conhecido pelas suas condições muito duras, esteve detida entre 2006 e Outubro de 2008 Svetlana Bakhmina, a única mulher reconhecida culpada no caso Ioukos, que também implicou a prisão do magnata do petróleo Mikhaïl Khodorkovski.
Neste campo está também encarcerada Evguenia Khassis, uma ultranacionalista condenada a 18 anos de prisão pela morte de um advogado dos direitos humanos e de uma jornalista da oposição em 2009.
O campo de Perm, apesar de situado a 1.400 quilómetros de Moscovo, parece constituir uma opção mais suave, por se situar numa povoação onde vive o filho de Maria Alekhina. Tolokonnikova, 22 anos, e Alekhina, 24 anos, ambas mães, foram condenadas em agosto a dois anos de detenção num campo de trabalho por terem interpretado em fevereiro uma "canção punk" contra o Presidente russo Vladimir Putin na catedral do Cristo-Salvador, em Moscovo.

Fonte:http://www.noticiasaominuto.com/fama/16618/duas-jovens-do-grupo-pussy-ryot-chegaram-aos-campos-de-deten%C3%A7%C3%A3o#.UIs6Jm98oYk





Conflito Nova onda de violência na Birmânia provoca nova vaga de deslocados muçulmanos
Pelo menos cinco pessoas foram mortas e 80 feridas na Birmânia na sequência de confrontos entre as etnias rakhine budista e muçulmana Rohingya, o que causou uma nova onda de deslocados, anunciaram hoje fontes oficiais locais.

"Pelo menos cinco pessoas morreram e cerca de 80 ficaram feridas em quatro municípios desde domingo", disse a porta-voz do Estado de Rakhine, Myo Thant, citada pela agência noticiosa francesa AFP, acrescentando que os soldados estão a tentar garantir a segurança.
Centenas de casas foram incendiadas no recente surto de violência no Estado de Rakhine (oeste), onde os conflitos entre budistas e muçulmanos já provocaram, desde Junho, pelo menos 95 mortos e milhares de deslocados.
O clima de tensão é patente em todo o Estado, onde vigora, em algumas zonas, o estado de emergência e o recolher obrigatório e onde milhares de muçulmanos Rohingya permanecem em campos de refugiados.

Centenas de muçulmanos chegaram, só esta semana, de barco à capital do Estado, Sittwe, em busca de abrigo nos acampamentos.
A agência de refugiados da ONU estima que mais de mil deslocados tenham chegado a Sittwe nos últimos dias e "devem estar a caminho muitos mais", afirmou a porta-voz, Vivian Tan, em Banguecoque, ao indicar que os acampamentos perto de Sittwe já estão sobrelotados.

                     
                                

Barómetro Mais de 80% dos portugueses 'chumba' acção do Governo
O barómetro jornal i/Pitagórica, publicado esta segunda-feira, sobre a actuação do Governo revela que 81,5% dos portugueses não aprova a forma como o Executivo de Passos Coelho está a governar. Já em relação às intenções de voto, o PSD e CDS estão em queda acentuada, enquanto o PS sobe mais de 10% em relação aos resultados das últimas eleições.

O jornal i publica hoje um inquérito, em parceria com a Pitagórica - Investigação e Estudos de Mercado, realizado depois de conhecidas as linhas gerais do Orçamento do Estado (OE) para o próximo ano sobre a actuação do Governo.

O barómetro revela que 81,5% dos inquiridos “desaprova” a forma como o Executivo está a governar, ou seja oito em cada dez portugueses está contra a acção do Governo de Passos, e apenas um reduzido número de 18,5% a aprovam. Em relação a idades, os maiores “desaprovadores” têm entre 18 e 54 anos, pertencem a classes mais baixas e nas últimas eleições votaram PS ou CDU, constatou o barómetro jornal i/Pitagórica.
Confrontados com uma escala de 0 a 20 pontos, 60,8% dos inquiridos atribui pontuação igual ou inferior a 7 à actuação do Governo. As avaliações mais baixas são atribuídas pelos inquiridos que têm entre 18 e 34 anos, de classes sociais mais baixas e que nas últimas eleições votaram à esquerda. Na faixa de 8 a 14 pontos, estão 29% dos inquiridos e apenas 10,2% se aproximam da avaliação entusiástica (na escala de 15 a 20).
À questão “se as eleições legislativas se realizassem neste momento, em que partido votaria”, 29,5% dos inquiridos responde PSD, contra os 38,7% que votaram “laranja” nas eleições de 2011. Em sentido ascendente está o PS, que neste barómetro do i/Pitagórica é o partido mais votado, com 34,1%.
A CDU surge no barómetro como o terceiro partido mais votado,
, com 9,1%, ultrapassando o CDS que neste inquérito desce para os 8,3%, quando em 2011 registou 11,7% dos votos. Já o Bloco de Esquerda aparece como o partido que recolhe menos intenções de voto dos inquiridos, 7,2% o que ainda assim representa um aumento de dois pontos face à votação obtida em 5 de Junho de 2011 (5,2%).

Fonte:http://www.noticiasaominuto.com/categoria/fama


jovem paquistanesa Malala Yousufzai já consegue ficar em pé

Malala Yousufzai, a jovem paquistanesa baleada na cabeça pelo grupo Taleban, conseguiu ficar de pé com a ajuda da equipe médica pela primeira vez desde o atentado, informaram nesta sexta-feira (18) os médicos responsáveis por seu tratamento em um hospital britânico.
Ela também está se comunicando com algumas notas por escrito, explicou Dave Rosser, diretor-médico do Hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, no centro da Inglaterra, para onde a adolescente foi transferida na segunda-feira.
A estudante foi baleada na última semana em um ônibus escolar no antigo reduto taleban do vale do Swat, no noroeste do Paquistão, como punição por defender os direitos das mulheres à educação.  A menina foi atingida por tiros no ombro e na cabeça.

"O estado de Malala nesta manhã é confortável e estável", informou o hospital em um comunicado. "A família dela permanece no Paquistão neste momento", acrescentou a nota do hospital.

A rede de televisão ITV informou que o hospital estava tentando fazer com que ela ouça a voz de seu pai pelo telefone, embora ainda não consiga falar.

"Sabemos que houve algum dano em seu cérebro, certamente não físico, não houve déficit em termos de função", disse citando um porta-voz.
Uma porta-voz do hospital informou à AFP que Malala tinha 15 anos, e não 14, como foi informado anteriormente.
O ataque provocou uma grande comoção em todo o mundo e no Paquistão, onde um sentimento antitaleban foi registrado em várias regiões do país de mais de 180 milhões de habitantes, onde foi percebido um aumento do fundamentalismo religioso nos últimos anos.

"Ataque contra todas as meninas"

O presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, afirmou na terça-feira (16) que os tiros disparados contra Malala representam "um ataque contra todas as meninas" do Paquistão.

"O ataque dos talebans contra esta jovem, que desde os 11 anos está comprometida na luta pelo direito da educação das meninas, é um ataque contra todas as meninas do Paquistão, um ataque contra a educação e todas as pessoas civilizadas", declarou Zardari à margem de um fórum econômico em Baku, capital do Azerbaijão.

"O trabalho era maior aos olhos de Deus do que o que fazem terroristas em nome da religião. Vamos continuar defendendo sua causa notável", completou.


TENSÃO EM BEIRUTE
Funeral de chefe de inteligência da polícia acaba em protestos e violência em Beirute, no Líbano

Acabou em violência, neste domingo (21), em Beirute (Líbano), o funeral do chefe da inteligência da polícia libanesa, o general Wissam Hassan, morto na sexta-feira (19) após a explosão de um carro-bomba.
Milhares de pessoas se juntaram no centro de Beirute neste domingo para o funeral. A polícia fez disparos para o alto e atirou bombas de gás lacrimogêneo para impedir que manifestantes entrassem na sede do gabinete do primeiro-ministro Najib Mikati.
O ex-primeiro-ministro Saad Hariri acusou o ditador sírio, Bashar Assad, de estar por trás do ataque que matou Hassan. A oposição libanesa exige a renúncia do premiê, cujo governo inclui o grupo xiita Hizbollah, aliado da Síria.
O ataque de sexta-feira, durante a hora do rush, levantou temores de que a guerra na Síria respingue no Líbano, palco de uma guerra civil de 1975 a 1990. A instabilidade aumentou nos últimos meses no Líbano como consequência do contágio da crise na Síria, cenário de atentados e duros enfrentamentos entre partidários e detratores do regime.

Rebeldes acusam Síria e Hizbollah

Os rebeldes sírios acusaram, neste sábado (20), o regime de Damasco e o grupo xiita libanês Hizbollah de estarem por trás do atentado.
Em comunicado, o Exército Livre Sírio (ELS) condenou o atentado, e pediu aos libaneses que "frustrem os planos" do ditador sírio, Bashar Assad, e do líder do Hizbollah, Hassan Nasrallah.


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